terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Ser voluntário !!!

O Centro de Valorização da Vida (CVV) realizará um curso gratuito destinado à seleção de voluntários para atuarem em seu programa de prevenção ao suicídio e valorização da vida. O CVV é um serviço que funciona 24 horas por dia e todos os dias do ano, podendo ser contatado por telefone, visita pessoal, correspondência e outros meios.

Quando uma pessoa procura o CVV geralmente se encontra propensa ou determinada a praticar o suicídio, e encontra alí a integral disponibilidade dos voluntários, durante o tempo que for necessário. No entanto, o número de voluntários está restrito, o que pode comprometer o programa.

O curso de seleção de voluntário para Brasília será realizado no dia 12 de março de 2011 (sábado), às 14 horas. Informações pelos fones: 3326-4111 ou 141. Mais informações sobre o CVV no site: www.cvv.org.br

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O que é o TDAH com ou sem Hiperatividade

O que é o Transtorno de Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade (TDAH)

Antes de sugerir que um aluno tem hiperatividade, veja se é sua aula que não anda prendendo a atenção. Cinco pontos essenciais sobre esse transtorno:

À primeira vista, a estatística soa alarmante: de 3 a 6% das crianças em idade escolar sofrem com o Transtorno de Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade (o nome oficial do TDAH), que muita gente conhece somente como hiperatividade. Quer dizer então que, numa classe de 30 alunos, sempre haverá um ou dois que precisam de remédio? Não. Na maioria das vezes, o acompanhamento psicológico é suficiente. E, se o problema for bagunça ou desatenção, vale analisar se a causa não está na forma como você organiza a aula. "Geralmente, a inquietação costuma estar mais relacionada com a dinâmica da escola do que com o transtorno", diz Ma­u­ro Muszkat, especialista em Neuropsicologia Infantil da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Quando o caso é mesmo de TDAH, são três os sintomas principais: agitação, dificuldade de atenção e impulsividade - que devem estar presentes em pelo menos dois ambientes que a crian­ça frequenta. Por tudo isso, nun­­ca é demais lembrar que o diagnóstico precisa de respaldo médico. Veja cinco pontos essenciais sobre o transtorno. 

1. Agitação não é hiperatividade 

Há dias em que alguns alunos parecem estar a mil por hora e nada prende a atenção deles. Isso não significa que sejam hiperativos. O problema pode ter raízes na própria aula - atividades que exijam concentração muito superior à da faixa etária, propostas abaixo (ou muito acima) do nível cognitivo da turma e ambientes desorganizados e que favoreçam a dispersão, por exemplo. Em outras ocasiões, as causas são emocionais. "Questões como a morte de um familiar e a separação dos pais podem prejudicar a produção escolar", diz José Salomão Schwartzman, neurologista especialista em Distúrbios do Desenvolvimento da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo. Nesses casos, os sintomas geralmente são transitórios. Quando ocorre o TDAH, eles se mantêm e são tão exacerbados que prejudicam a relação com os colegas. Muitas vezes, o aluno fica isolado e, mesmo hiperativo, não conversa. 

2. Só o médico dá o diagnóstico 

Um levantamento realizado recentemente pela Unifesp aponta que 36% dos encaminhamentos por TDAH recebidos no setor de atendimento neuropsicológico infantil da instituição são originados da escola por meio de cartas solicitando aos pais que procurem tratamento para o filho. "Em muitos casos, o transtorno não se confirma", afirma Muszkat. A investigação para o diagnóstico costuma ser bem detalhada. Hábitos, traços pessoais e histórico médico são esquadrinhados para excluir a possibilidade de outros problemas e verificar se os aspectos que marcam o transtorno estão mesmo presentes. Como ocorre com a maioria dos problemas psicológicos (depressão, ansiedade e síndrome do pânico, por exemplo), não há exames físicos que o problema. Por isso, o TDAH é definido por uma lista de sintomas. Ao todo são 21 - nove referentes à desatenção, outros nove à hiperatividade e mais outros três à impulsividade. 

3. Nem todos precisam de remédio 

Entre os anos de 2004 e 2008, a venda de medicamentos indicados para o tratamento cresceu 80%, chegando a cerca de 1,2 milhão de receitas, segundo dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Diversos especialistas criticam essa elevação, apontando-a como um dos sinais da chamada "medicalização da Educação" - a ideia de tratar com remédios todo tipo de problema de sala de aula. "Muitas vezes, o transtorno não é tão prejudicial e iniciativas como alterações na rotina da própria escola, para acolher melhor o comportamento do aluno, podem trazer resultados satisfatórios", explica Schwartz­wman. Quando a medicação é necessária, os estimulantes à base de metilfenidato são os mais prescritos pelos médicos. Ao elevar o nível de alerta do sistema nervoso central, ele auxilia na concentração e no controle da impulsividade. O medicamento não cura, mas ajuda a controlar os sintomas - o que se espera é que, juntamente com o acompanhamento psicológico, as dificuldades se reduzam e deixem de atrapalhar a qualidade de vida. Vale lembrar que o remédio é vendido somente com receita e, como outros medicamentos, pode causar efeitos colaterais. Cabe ao médico avaliá-los. 

4. O diálogo com a família é essencial 

Em alguns casos, os professores conseguem participar das reuniões com os pais e o médico. Quando isso não é possível, conversas com a família e relatórios periódicos enviados para o profissional da saúde são indicados para facilitar a comunicação. É importante lembrar ainda que não é por causa do transtorno que professores e pais devem pegar leve com a criança e deixar de estabelecer limites - a maioria das dificuldades gira em torno da competência cognitiva, da falta de organização e da apreensão de informações, e não da relação com a obediência. Durante os momentos de maior tensão, quando o estudante está hiperativo, manter o tom de voz num nível normal e tentar estabelecer um diálogo é a melhor alternativa. "Se o adulto grita com a criança, ambos acabam se exaltando rápido e, em vez de compreender as regras, ela pode pensar que está sendo rejeitada ou mal compreendida", diz Muszkat. 

5. O professor pode ajudar (e muito) 

Adaptar algumas tarefas ajuda a amenizar os efeitos mais prejudiciais do transtorno. Evitar salas com muitos estímulos é a primeira providência. Deixar alunos com TDAH próximos a janelas pode prejudicá-los, uma vez que o movimento da rua ou do pátio é um fator de distração. Outra dica é o trabalho em pequenos grupos, que favorece a concentração. Já a energia típica dessa condição pode ser canalizada para funções práticas na sala, como distribuir e organizar o material das atividades. Também é importante reconhecer os momentos de exaustão considerando a duração das tarefas. Propor intervalos em leituras longas ou sugerir uma pausa para tomar água após uma sequência de exercícios, por exemplo, é um caminho para o aluno retomar o trabalho quando estiver mais focado. De resto, vale sempre avaliar se as atividades propostas são desafiadoras e se a rotina não está repetitiva. Esta, aliás, é uma reflexão importante para motivar não apenas os estudantes com TDAH, mas toda a turma.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Diário de Domingo 20/02/2011

Acometida por uma virose desde a quinta-feira passada, passei esse final-de-semana de molho em casa por indicação médica. Logo,  aproveitei para estudar um pouco e assistir filme. Fiquei em estado de graça com a biografia de Edith Piaf. Primeiro, porque o francês é o meu idioma amado. Até hoje sei que meu pai lamenta - aliás ele diz ser a única coisa que se arrepende na minha criação -, ter me tirado da Aliança Francesa. O inglês é o idioma do mundo, o espanhol é legal, mas é o francês que me faz suspirar. 

Segundo, porque me emocionei duas vezes durante o filme (e não estou na TPM hein!?), primeiro quando ela perde seu grande amor Marcel em um acidente de avião e segundo na sua última apresentação, quando canta a sua tão conhecida  "Non je ne regrette rien", (que aliás, caiu muito bem na voz da Cássia Eller). 

A primeira situação me tocou no âmago (ui!), pois sei bem como é essa dor da perca para morte de um ente querido. Já na segunda situação, eu sempre gostei da tradução da letra da música citada, me identifico pacas com ela. Sempre me emociono quanto escuto, "recomeço do zero... ... .... .... ....". 
Bom, sobre a virose, foi um susto danado, fiquei deveras assustada, mas sinto que passou e sinto que não vai voltar. Não do que depender de mim. 


E para quem gosta, assim como eu, tanto da cantora, como da sua história e do francês, acima o vídeo e abaixo a tradução da letra que tanto me emociona. 


Non, Je Ne Regrette Rien (Tradução)

Não! Nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal - isso tudo me é igual!



Não, nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Está pago, varrido, esquecido
Não me importa o passado! (2)



Com minhas lembranças
Acendi o fogo (3)
Minhas mágoas, meus prazeres
Não preciso mais deles!



Varridos os amores
E todos os seus "tremolos" (4)
Varridos para sempre
Recomeço do zero.



Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...!
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal, isso tudo me é bem igual!



Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...
Pois, minha vida, pois, minhas alegrias
Hoje, começam com você!
Começa com você

Observação: É dela também a música Ne me quitte pas, que Maria Gadú interpreta tão bem. 


Uma ótima semana para todos nós !!! 

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Meu nome é Mulher !!!

E como última postagem do dia ... e em homenagem ao projeto do INSEF "Mulher: sexo frágil?" Deixo essa linda mensagem. FUI e até mais. 


Meu nome é MULHER! 
  
Eu era a Eva Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde fui Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois decidi:
Não dá mais!
Quero minha dignidade
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou caminhoneira, taxista,
Piloto de avião, policial feminina,
Operária em construção...
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA
E meu nome é MULHER..!!!! 

(O Autor é Desconhecido, mas um verdadeiro sábio...)

Rei Momo - Carnaval

Bom, falta pouco para o Carnaval e já começou o festival de perguntas que só surgem  nesse período do ano sobre sua origem. Aliás, é sempre assim em todas as datas comemorativas e como sempre, as pessoas acreditam que nós, professores de História, somos enciclopédias ambulantes. NÃO SOMOS! Então, vou me utilizar desse espaço virtual, para além de informar, me lembrar e relembrar.  Que tal começarmos pelo Rei Momo



REI MOMO - O dono do carnaval 

          A mitologia grega trata Momo, filho do Sono e da Noite, como o deus da zombaria, do sarcasmo, da galhofa, do delírio, da irreverência e do achincalhe. Diante do seu costume de criticar e ridicularizar os outros deuses, a divindade maior do Olimpo perdeu a paciência com ele e o despachou para a Terra, onde o divino deportado passou a ser representado por um jovem tirando a máscara e mostrando o rosto zombeteiro, ao mesmo tempo em que sacudia guizos e apresentava o estandarte da folia que era a razão da sua existência. 

          A coroação de um rei Momo na Terra vem de longa data, pois houve tempo em que na Roma antiga, durante a realização de determinadas festas, o soldado escolhido como o mais belo de todos era quem recebia a coroa de monarca brincalhão, o que lhe dava o direito de comer, beber e brincar até esgotar totalmente suas forças, sem que ninguém o impedisse de fazer coisa alguma. Depois de finda a farra, e ao contrário do que acontece hoje em dia, ele era solenemente levado ao altar do deus Saturno e ali sacrificado com todas as honras que merecia. 

          A figura de Momo no carnaval brasileiro surgiu em 1933, no Rio de Janeiro, graças a um cronista esportivo do jornal “A Noite” que apresentou aos carnavalescos um boneco feito em papelão e sugeriu sua indicação como comandante da folia. Esse boneco desfilou no centro da cidade, sendo depois colocado em seu trono para presidir de forma simbólica as comemorações daquele ano. Mas como os proprietários do jornal não se contentaram com o resultado conseguido, foi então iniciada uma campanha para escolher um rei de carne e osso, que acabou sendo o muito gordo Moraes Cardoso, responsável pela seção de turfe da empresa jornalística. Após ser vestido como rei e saudado com um “Vive le Roi” pelos seus colegas de redação, o jornalista desfilou pelas ruas da cidade, onde foi saudado com muita serpentina, confete e lança-perfume. Estava criada, assim, a figura do rei Momo, primeiro e único. 

          Moraes Cardoso reinou absoluto no carnaval carioca até 1948, quando faleceu. Depois, até 1967, seu substituto passou a ser escolhido por entidades carnavalescas e jornalistas, mas em 1968 sua eleição foi oficializada por lei estadual, e em 1988, por lei municipal. O concurso para a escolha do rei Momo, no Rio de Janeiro, tornou-se oficial em 1950, e desde essa época sua realização corresponde a um verdadeiro espetáculo popular. 


Samambaia sediará duas semanas de pura arte

Samambaia sediará duas semanas de pura arte
Samambaia recebe espetáculos baseado nas obras de Clarisse Lispector e Nelson Rodrigues

Thiago Sabino / Divugação
O projeto “Teatro Vivo” levará para Samambaia-DF, o grupo cênico “Fábrica de Teatro”, que em duas semanas apresentarão espetáculos que já passaram por vários estados brasileiros e até em países do exterior. O festival acontece de 04 a 13 de março, sempre às 20h, na QS 316, área especial – Samambaia Sul. A produção informou ao “Acontece Brasília” que a bilheteria será com valores promocionais – acessíveis a todos.

O Instituto Brasil Vivo é o grande ícone de incentivo cultural da cidade. Além de apoiar a Quadrilha Junina Êta Lasquera e o BsB Rap Festival. Agora traz 06 espetáculos para Samambaia: Beijo no Asfalto, E quando vem a lucidez, A dieta do calango, Claríssimo e Dia de visita.

A ideia surgiu do idealizador do Brasil Vivo, o policial e ator Gilberto Alves, que sentiu a necessidade de dialogar com a comunidade de Samambaia através das artes cênicas. A escolha da Cia. Fábrica de Teatro para abrir o ciclo de eventos se deve pelo engajamento do grupo, que já é figura carimbada em festivais culturais da cidade.

Para realizareste evento a produção dos espetáculos terão que montar cenários exclusivos de obras para a peça DIA DE VISITA, sucesso em Brasília em 2009 e 2010, são grandes e de difícil locomoção, pois compõem um complexo prisional onde a obra é apresentada. Já a obra E QUANDO VEM A LUCIDEZ, apresentada recentemente no 25º FESTIVAL INTERNACIONAL ENTEPOLA CHILE, necessita da construção de um grande banheiro público. E assim, surge este desafio da construção de cenários que possam levar ao público samambaiense o melhor das artes cênicas.

Confira a programação:

1ª semana de arte em Samambaia

Sexta-feira 04/03

Beijo no Asfalto | Direção de Tássia Aguiar | Classificação 12 anos.

Sábado 05/03

E quando vem a lucidez | Rafael Soul | Classificação 12 anos.

Domingo 06/03
A dieta do Calango | apresentação solo do ator Josuel Junior | Classificação livre.

2ª semana de arte em Samambaia

Sexta-feira 11/03

Claríssimo | Direção: Josuel Junior | Classificação livre.

Sábado e Domingo 12 e 13/03

Dia de Visita, baseado na obra de Plínio Marcos. | Foto: Thiago Sabino / Divugação
Dia de Visita | Direção: Francis Wilker e Nei Cirqueira | Classificação 18 anos.

Serviço:

Projeto “Teatro Vivo” – Instituto Brasil Vivo leva teatro para Samambaia-DF
De 04 a 13 de março, sempre às 20h, na QS 316 área especial – Samambaia Sul (cidade que fica a 25km da capital federal)
Informações: (61) 8487-1551 | 9200-3941 | 9221-1691 

Diário de Sexta-Feira 18/02/2011

Oi pessoas, salve salve a merecida sexta-feira!!!

Bom, tive o meu perfil do orkut excluído novamente, dessa vez pelo Google. Vai demorar um "cadinho" para que eu crie a minha quarta conta nesse site, pois estou envolvida com elaboração de avaliações, planejamento e outras atividades. Paciência, criarei assim que possível para manter contato com meus queridos alunos. 

Hoje a saída de campo com as 6ªs séries foi muito produtiva. A nossa missão (que faz parte do nosso projeto paradidático Mulher: sexo frágil?) era indagar às pessoas na rua sobre o conhecimento da Lei Maria da Penha, se denunciariam um caso de violência doméstica e se acreditam na eficácia da Lei. Percebi que o que mais chocou os alunos, foi a maioria das respostas de que não denunciaram um caso de violência contra à mulher. Ainda é a nossa cultura, em briga de marido e mulher não se mete a colher. 

O mural elaborado tanto pela 6ª A como pela 6ª B ficou ÓTIMO. Muito criativos esses meninos e meninas. Ficou tudo de bom. Preparem uma exposição maravilhosa dia 23/02. 

Os testes dos alunos do INSEF já estão prontinhos, teremos revisão nessa próxima semana e não deixem de ler, todos, o primeiro capítulo do livro. 

Pensando em algo para o intervalão do 9º A ... vai ser muito bom. A saber, a turma que sou conselheira. 

Bom, até mais e vamos que vamos que o ano mal começou. 

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Leitura da professora

No momento lendo, A Era dos Extremos: o breve século XX 1914-1991. Eric Hobsbawan. E a frase que mais me chamou atenção até o momento é:

"A única generalização cem por cento segura sobre a história é aquela que diz que enquanto houver raça humana haverá história". (pág. 16)


Observação materna: Meu filho voltou de viagem domingo, aliás fui até Goiânia buscá-lo. Está alto, lindo, a fofura da mamãe aqui. Estou muito feliz. É uma dádiva Divina poder ver um filho crescer e desenvolver e fazer parte desse processo. Filho, amo você. (Ainda que seja uma mãe tipo Rochélly, risos). 

Prossigamos, o ano mal começou. 

Descalça

Já estou combinando com as divas do coral, quem topa!?!? 


Descalça é um espetáculo sobre os estudos de Simone de Beauvoir.
Tendo como ponto crucial a frase "não se nasce mulher: torna-se", a peça mostra a construção da mulher baseada na relação mãe e filha.
São 24 mulheres interpretadas ou narradas por apenas duas atrizes.
Foto: Ivana Messina
Local: Teatro Sesc Garagem
Endereço: SQS 913- Asa Sul
Quando: De 24/02/2011 a 26/02/2011
Horário: Quinta,Sexta,Sabado , às 21h.
Preço: Entrada franca.
Classificação Indicativa: 12 anos

De grátis, melhor ainda !!! \o/\o/\o/\o/ 

IX Encontro Regional Sudeste de História Oral

IX Encontro Regional Sudeste de História Oral

Diversidade e Diálogo”


16, 17 e 18 de agosto de 2011


Universidade de São Paulo

FFLCH - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

EACH - Escola de Artes, Ciências e Humanidades



Apresentação geral


O IX Encontro Regional Sudeste de História Oral, que em 2011 tem lugar na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, com promoção da Associação Brasileira de História Oral – Regional Sudeste, tem seu foco central na discussão dos desafios contemporâneos da história oral, em seus aspectos teóricos, metodológicos e temáticos.

Após um importante período de difusão da metodologia da história oral – que incluiu longos debates sobre as vantagens, os problemas e a legitimidade do uso de fontes orais em diferentes disciplinas –, ela parece estar plenamente consagrada como um valioso recurso para variados estudos sobre o presente. Diante disso, o tema “Diversidade e Diálogo” coloca em pauta as conquistas consolidadas da história oral no Brasil, bem como seus novos desafios na era contemporânea.

 

Cronograma atualizado

Inscrições para proposição de GTs e minicursos: de 01 de dezembro de 2010 a 20 de janeiro de 2011.

Divulgação dos GTs e minicursos aprovados: 30 de janeiro de 2011.

Inscrição de comunicações orais e pôsteres: de 30 de janeiro a 01 de março de 2011.

Período de pré-seleção dos pôsteres e das comunicações orais, pelos coordenadores dos GTs: 01 a 31 de março de 2011.

Divulgação dos resultados: a partir de 5 de abril de 2011.

Período para envio dos textos completos: de 5 de abril a 5 de maio de 2011.

Divulgação da programação final: a partir de 15 de junho de 2011.

Realização do evento: 16 a 18 de agosto de 2011.


Nesse, eu não vou. Mas, sendo do interesse de alguém, vale a pena divulgar.