quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Vesúvio e a cidade de Pompeia (6º ano A e B)


Pessoas do 6º ano A e B
podemos unir o conteúdo do fascículo 3 (Robótica página 22/23), que trata sobre Arqueólogos e Arqueologia, mais o assunto da página 12 (capítulo 01) do nosso livro com esse pequeno vídeo elaborado por um grupo de alunos. Não deixem de assistir e que tal procurar as imagens dos corpos petrificados pelo vulcão no Google Imagens?! Dia 06/10 comentamos mais sobre o assunto em sala. 

Meu aniversário !!!



Vídeo feito com minhas fotos pelos meus queridos alunos do 6º ano B. Me emocionei ao assistir e que bela música hein?! Agradecer também pela linda festa que a turma me fez no intervalo e pela festa da 8ª A, que também foi magnífica. Obrigado pelo carinho. 


Presentes !!!!


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Marketing (9º ano)

video

Uma propaganda divertida sobre a utilidade e praticidade do cachorro, ainda que o mesmo não seja dotado de boa aparência. 

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A historia sionista - Trabalho 9º ano




Alunos do 9º ano:
Eis o vídeo para o nosso próximo trabalho. Me ofereço para gravar em uma mídia de DVD, caso alguém queira (trazer a mídia, obviamente). Falo sobre a atividade em sala de aula. 

domingo, 18 de setembro de 2011

Potências se reúnem em NY e Hamas critica plano palestino na ONU

No mesmo dia em que o Quarteto para o Oriente Médio (EUA, União Europeia, Rússia e ONU) se reúne em Nova York para tentar dissuadir o plano palestino de pedir reconhecimento como Estado-membro das Nações Unidas, o Hamas, movimento que controla a faixa de Gaza, disse que só concorda com a iniciativa caso a Palestina renegue Israel.
Reunidas nos EUA dias antes de o presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, pedir formalmente que a ONU reconheça a Palestina como Estado, as potências buscam evitar o que julgam ser um estopim para uma potencial nova crise na região.
Tara Todras-Whitehill/Associated Press - 16.set.2011
O líder da ANP, Mahmoud Abbas, não cedeu às pressões dos EUA e da União Europeia e manteve iniciativa que levará à ONU
O líder da ANP, Mahmoud Abbas, não cedeu às pressões dos EUA e da União Europeia e manteve plano que levará à ONU
Dias atrás, o presidente dos EUA, Barack Obama, já deixou claro que seu país deverá barrar o pedido palestino no Conselho de Segurança das Nações Unidas, onde detém poder de veto.
Tanto os americanos quanto os europeus despacharam enviados especiais à região na semana passada para conversar com Abbas e o premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, mas a pressão diplomática e tentativa de retomar negociações não alteraram os planos dos palestinos.
 "O que buscaremos durante os próximos dias é uma forma de criar algo que permita que suas demandas e legítimas aspirações à condição de Estado sejam reconhecidas, enquanto se renova a única coisa que vai produzir um Estado, que é a negociação direta entre as duas partes", disse o ex-premiê britânico, emissário do Quarteto, sobre a necessidade de acordo entre israelenses e palestinos.
NEGOCIAÇÕES
Blair mostrou-se preocupado com o efeito que o reconhecimento do Estado palestino na ONU pode ter sobre a já volátil e complexa relação entre palestinos e israelenses.
Para o britânico, a prioridade do Quarteto neste domingo é tentar chegar a um esboço de documento que admita as aspirações palestinas mas ao mesmo tempo mantenha as duas partes atreladas a um compromisso de continuar as negociações de paz.
Entre os temas que preocupam a comunidade internacional estão a decisão sobre a capital de um potencial Estado palestino, que entra em conflito direto com Israel, já que os dois lados disputam Jerusalém, os assentamentos judaicos na Cisjordânia e Jerusalém Oriental e as fronteiras pré-1967.
LEIS DE EMERGÊNCIA
Mais cedo o premiê de Israel descreditou a Assembleia Geral das Nações Unidas --onde se estima que o plano palestino seja aprovado, ao menos como Estado-não-membro-- e disse que somente a análise final do Conselho de Segurança --que pode aprovar ou vetar o status de Estado-membro-- tem peso político real.
"O Conselho de Segurança é como o governo das Nações Unidas, e estou convencido de que, como resultado da ação dos Estados Unidos em estreita colaboração com outros governos, a tentativa fracassará. A Assembleia é o Parlamento da ONU, por isso poderia passar qualquer decisão", declarou antes de ressaltar que "não tem a mesma importância que o Conselho de Segurança".
Segundo o jornal israelense "Haaretz", o governo israelense já estuda aplicar leis de emergência caso o plano seja aprovado na ONU. As medidas concedem à polícia a autorização de deter suspeitos por um período máximo de nove horas, três vezes mais do que marca atualmente a lei.
Também se prorrogaria de 24 para 48 horas o tempo que a polícia tem entre o momento da prisão até a apresentação do detento perante um juiz.
HAMAS
Embora o panorama externo para os palestinos já seja bastante complexo, o Hamas, movimento islâmico que controla a faixa de Gaza desde 2007 e mantém uma relação instável com a Cisjordânia, onde a ANP governa, apresentou neste domingo mais um desafio ao plano de Abbas.
O primeiro-ministro do movimento, Ismail Haniye, disse que o Hamas não apoia a iniciativa de Mahmoud Abbas e que só passaria a dar seu aval ao plano caso os acordos já obtidos entre palestinos e israelenses fossem rompidos, renegando a existência do Estado hebreu.
"Nós somos a favor da declaração de um Estado palestino em qualquer terra libertada", acrescentou dizendo que entre suas condições estão deixar de reconhecer o Estado de Israel e não ceder quanto às fronteiras que os territórios palestinos apresentavam antes da Guerra dos Seis Dias, em 1967, quando os israelenses anexaram partes dessas terras.
 http://www1.folha.uol.com.br/mundo/977086-potencias-se-reunem-em-ny-e-hamas-critica-plano-palestino-na-onu.shtml

sábado, 17 de setembro de 2011

Fatah convoca manifestação pacífica por um Estado palestino na ONU


GAZA - Um chefe do Fatah, o partido do presidente palestino Mahmud Abbas, convocou neste sábado uma manifestação pacífica na próxima semana antes do pedido de adesão de um Estado palestino à ONU.
"Convidamos todas as forças nacionais e islâmicas e o povo, tanto dentro como fora do país, a colocar tudo em funcionamento e participar de manifestações pacíficas, que irão ocorrer no dia 21 de setembro em apoio ao pedido" de adesão à ONU, indicou em um comunicadoZacharia Al Agha, dirigente do Fatah em Gaza, território controlado pelo movimento islamita Hamas.
Al Agha insistiu na "necessidade de manter o caráter pacífico de todas estas ações e manifestações para não dar uma desculpa ao governo de ocupação israelense, que busca inflamar a região às vésperas da iniciativa palestina na ONU".
Também destacou a necessidade de manter "um movimento palestino unido diante de umacampanha de ameaças e pressões".
O Hamas, que substituiu o Fatah no poder em Gaza em 2007, criticou na sexta-feira a decisão do presidente Abbas de solicitar a adesão à ONU, estimando que "envolve grandes riscos".
Segundo Sami Abu Zuhri, porta-voz do Hamas em Gaza, a solicitação "envolve vários riscos e pode constituir uma violação dos direitos nacionais como o direito ao retorno, nosso direito à resistência e à autodeterminação".
Abbas reafirmou na sexta-feira sua determinação a apresentar um pedido de adesão de um Estado da Palestina na ONU para que seja submetido ao Conselho de Segurança.
Os Estados Unidos se opõem à solicitação, em apoio ao seu aliado Israel, cujo primeiro-ministro, Benjamin Netanyhu, afirmou através de um comunicado que "a paz não será conquistada por uma gestão unilateral na ONU".

Machado de Assis branqueado em comercial da Caixa


A polêmica está no ar. A última campanha publicitária da Caixa Econômica Federal, em comemoração aos seus 150 anos, pôs um ator branco interpretando o escritor (e mulato) Machado de Assis (1839-1908). O comercial, de um minuto, está sendo veiculado em canais de televisão abertos e fechados.
O erro histórico virou assunto nas mídias sociais. O escritor Haroldo Costa lamentou o “grande equívoco” – principalmente porque, segundo ele, esta não foi a primeira vez que Machado foi “branqueado”.
“É lamentável que uma instituição do governo deixe passar esse erro histórico. E o pior é que não foi a primeira vez que tal equívoco aconteceu. Muitas publicações já ‘branquearam’ o escritor de tal forma que, em algumas fotografias, ele pareceu quase loiro”, comentou Haroldo, que pede a manifestação das entidades em defesa do movimento negro diante da questão.
Outro lado
Já a Caixa, em nota enviada por meio de sua assessoria, afirmou que "o banco sempre se notabilizou pela sua atuação pautada nos princípios da responsabilidade social e pelo respeito à diversidade. Portanto, a Caixa sempre busca retratar em suas peças publicitárias toda a diversidade racial que caracteriza o nosso país".
A instituição listou algumas ações para comprovar sua idoneidade, algumas, segundo ela, "reconhecidas pelos brasileiros, inclusive pelos movimentos sociais ligados a causas raciais".
Como exemplo a instituição cita a produção e veiculação de um filme em comemoração ao Dia da Consciência Negra, em novembro de 2009 e de 2010; a parceria com a Secretaria de Política e Promoção da Igualdade Racial, que prevê divulgação da campanha ‘Igualdade é para valer – 2011’,  Ano Internacional dos Afrodescendentes; a produção e veiculação do filme ‘Liberdade’, em comemoração aos 150 anos da Caixa, exibido em maio de 2011; a produção de filme em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa em junho de 2008; a produção de filme em comemoração ao Dia do Índio, exibido em abril de 2009 e abril de 2010; e o patrocínio da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.

domingo, 11 de setembro de 2011

Milton Nascimento no T-Bone



Serviço:
Data: 15/09/2011
Horário: 19 horas
Local: Açougue Cultural T-Bone: SCLN 312 Bl B Lj 27 Brasília-DF
Tel: (61) 3274-1665
ENTRADA FRANCA
Indicativa livre

11 de setembro


Não é simples, cansa, é alto, mas vale a pena tentar.