Do que leio, assisto, sinto e absorvo. Nunca será uma verdade absoluta, apenas um ponto de vista ou a vista de um ponto. Talvez uma dedução equivocada do meu olhar diante do mundo. Um olhar humano cheio de CID´s sem a presença da IA. Ela não devaneia. Então pra mim não serve. Eu quero o luxo do erro da falta de coesão textual. Aqui na solidão impossível de quem lê e carrega personagens e enredos dentro de si, me leio e releio. Para mim, é o suficiente. Os devaneios são meus, é tudo que tenho.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
A Natureza da Mordida - Carla Madeira
sábado, 6 de dezembro de 2025
Frankenstein de Guilherme Del Toro (Netflix/2025)
A versão do diretor mexicano, Guilherme del Toro da obra Frankenstein (Netflix/2025) viralizou e aparentemente foi bem recebida pela maioria. Mas... como sei que, infelizmente, o Brasil não é composto por uma maioria de leitores, me sinto na obrigação de começar a postagem citando a autora da obra de 1818, Mary Shelley (1797-1851). Há afastamentos da obra literária e da obra cinematográfica. Não é a intenção aqui pontuar uma por uma.
Seu livro foi publicado inicialmente sem os devidos créditos autorais. Ela, com 19 anos, havia criado uma criatura que transitava entre os debates científicos, a moral cristã e a mitologia grega. Frankenstein, sobrenome de uma família que tivera contato, e Prometeu, o titã que apresentou o fogo roubado para a humanidade fazem parte de uma obra de terror gótico que influencia produções artísticas até os dias atuais.
A criatura de Shelley é perversa e quase não digna de compaixão. Claro que não podemos ser anacrônicos. A época pedia esse resultado desastroso da ação humana em desejar criar com a capacidade divina. O sopro da vida era dado por Deus e o homem não poderia ultrapassar o seu papel de criatura sem sofrer as terríveis consequências. Mas, quando o assunto é o monstro de Del Toro, já sabemos que não será bem assim. Meu segundo contato com o diretor foi em A Forma da Água (2017). Já havia assistido O Labirinto do Fauno (2006), mas levei mais em conta o contexto do conflito da Guerra Civil Espanhola por estar História na época. Sou apaixonada pelos monstros de Del Toro.
A criatura é vítima do criador e escravo de uma eternidade envolta de solidão e maldade humana. Os únicos que oferecem afeto é Elizabeth e um ancião cego. Ele deseja uma companheira. Seus atos de maldade são reações e jamais iniciadas por uma maldade que tem gênesis em si mesmo. Ele deseja vingança, já que seu criador não vai anestesiar a dor da sua existência. Ele perdoa, mas primeiramente, conta a sua versão. Nessa apresentação da criatura, como sempre, nas obras de Del Toro, tomamos partido. O monstro é o ser mais benevolente do rolê todo.
Os figurinos, os atores, a fotografia, ... tudo cooperou para a aceitação da obra de Del Toro. Se a autora aprovaria? Acredito que sim. Fruto da nossa época, lembro da autora Chimamanda N. Adichie em O perigo de uma história única. Precisamos conhecer ambas as versões. A obra original não nos convence da legitimidade da criatura em ser mal. Del Toro com sua poética faz isso sem muito esforço. Indico!
sexta-feira, 5 de dezembro de 2025
It: Bem-vindos a Derry (HBO/2025) - Contexto histórico até o episódio 6
Que é sabido que a HBO lançou recentemente uma série que é o prelúdio de It: a coisa, talvez não seja novidade. Diante de tanto material virtual produzido sobre os filmes e série, vou me deter no fundo histórico, obviamente por ser historiadora. Bom, só acrescentar antes de tudo que toda essa obra cinematográfica é baseada no romance de terror do autor Stephen King lançado em 1986, It (a coisa).

O segundo período na obra literária: 1984-1985 foi apresentado no segundo filme, It: capítulo 2 (ambientado em 2016).
Já a série It: bem-vindos a Derry, o período vai ser ambientado em 1960, contando a origem da força cósmica que se alimenta de medos, traumas e se apresenta na maioria das vezes como o palhaço Pennywise. Não são as únicas obras produzidas sobre o It, mas cito apenas essas três, pois elas foram produzidas pelo mesmo diretor Andy Muschietti.
Stranger Things e It: Bem-vindos a Derry
O que será que Stranger Things e It, Bem-vindos a Derry tem em comum?
A Substância - (Filme/2024)
Dezembro é mês de colocar em dia todos os filmes e séries que não consegui assistir em tempo oportuno por causa da vida acadêmica. Vamos lá! Ah! Antes quero registrar aqui dois temas de redação em 2025
1º PND (Prova Nacional Docente) - O idadismo como desafio social e educacional no Brasil
2º Enem - Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira
Será que os elaboradores de ambas as provas (INEP) assistiram esse filme? Estou com os meus devaneios, pois pra mim faz muito sentido (hihi).
A Substância é sobre Elizabeth Sparkle, uma LINDA mulher de 50 anos que fez muito sucesso no passado como atriz e até então fazia vídeos sobre ginástica rítimica. Tudo seguia uma rotina até que seu chefe exigiu que ela fosse substituída por estar ultrapassada no quesito idade.
a atriz que interpreta a protagonista é Demi Moore e vale citar que ela recebeu esse papel após mostrar um livro escrito por ela para a diretora francesa Coralie Fargeat. Em "Inside Out", Demi relata suas dores durante seu processo de sucesso. Quem lembra de "Stripeatease"? Um estilo de filme que marcou a atriz em um padrão cinematográfico que a afeta até os dias atuais.
Ao lidar com essa substituição e refletir sobre isso, Elizabeth sofre um acidente e acaba sendo coptada para um experimento de rejuvenecimento. Vou explanar apenas isso para não dar spoiler do filme. A partir de agora serão descritos apenas meus devaneios sobre tudo o que assisti.
BOM! ENVELHECER É UMA MERDA! Mas não deveria ser. Para nós mulheres, a percepção do filme é bem mais visceral. Atualmente muitas de nós estamos nos submetendo ao uso de Mounjaro, cirurgias estéticas, filtros em redes sociais, dietas restritivas ... para seguir um padrão imposto de beleza que deve ser mantido a qualquer preço. O filme grita o culto à juventude e tudo que somos capazes para nos manter dentro de um sistema que nos adoece.
O filme tem um estilo de body terror com cenas explícitas e grotescas de nudez, violência e monstruosidades corporais. Já aviso que se tens horror a sangue, não assista. Confesso desde já que o final me decepcionou um pouco, totalmente desnecessário. Mas nada que extraia a reflexão sobre o envelhecimento feminino. É um soco no estômago.
Envelhecer nos torna invisíveis e deixa claro que é um grito de todas as mulheres pelo direito de EXISTIR. Seja em qualquer idade. Sabemos que não é bem assim. Que o sistema capitalista é cruel e nos molda a sempre estarmos insatisfeitas com o nosso processo de envelhecimento. Sue (o alter ego jovial de Elizabeth) só tem ambição e sabe do poder do seu corpo e beleza. Basta sorrir.
Elas não se relacionam durante a trama e quando isso acontece, a capacidade de violência entre as gerações ficou visível e lamentável. "O que foi usado em um lado é perdido no outro lado. Não há como reverter". Esse é o aviso da voz que atende Sue ou Elizabeth e sempre deixa claro: não há a outra. Mas elas guerreiam entre si. Toda a capacidade que temos de nos machucarmos para deixar satisfeito um público que quer apenas aparência sem conteúdo.
O dano emocional causado pela sociedade etarista e misógina é fortalecido cada vez mais nos padrões impostos para todos. Elizabeth fora do jogo não sabe o que fazer com o seu tempo ativa enquanto Sue está no modo off. O que fazer depois da fase "produtiva"? O que somos depois da carreira? Lançamos toda a incerteza na alimentação errônea. Elizabeth ao tentar uma única vez se relacionar com alguém da sua "época" eterniza todas nós diante do espelho com maquiagens, roupas e desistências de sermos o que devemos ser: nós mesmas.
Sue, cada vez mais necessitada do tempo de Elizabeth, quebra o equilíbrio e isso avança o envelhecimento da outra (a saber, ela mesma). A caricatura da mulher corcunda e bruxa nos tira da invisibilidade, porém nos coloca no imaginário errôneo do lugar que nos cabe após findar a juventude desejada pelo capital. Ressalto que a obra recebeu o Oscar de melhor maquiagem. Merecido.
Passei o dia refletindo e acreditando que Sue poderia ter feito outro caminho trilhado por Elizabeth. Mas a voz sempre deixava claro "você é a matriz. Não existe a outra". Sue (Margaret Qualley) era o alter ego jovial e seu desejo era apenas eternizar a glória recebida por sua juventude e beleza. O que mais Elizabeth ganhou além de aplausos de desconhecidos? O que essa sociedade da aparência e do etretenimento pode oferecer? Dinheiro e fama. Para pessoas como Elizabeth é o suficiente. Temos influenciadoras brasileiras que fazem de tudo para manter esse status quo. Por isso que a nova geração (Sue) não tem mecanismos e nem desejo para fazer diferente. É um ciclo repetitivo.
O direito de existir é a única perspectiva sobre o envelhecimento em qualquer sociedade, eu começaria assim a minha redação (Enem 2025) se tivesse participado. Indico! Com lenços de papel e a coragem de decidir como vamos atravessar esse processo natural da vida. Um ode a mulher em qualquer idade. Que você possa existir para si mesma.
sexta-feira, 4 de julho de 2025
A cabeça do santo (ainda não é a resenha)
Gente, um livro lançado em 2014 e a forma como "aconteceu" é muito interessante. De forma resumida, a autora precisou de uma narrativa para participar de uma oficina do falecido autor colombiano Gabriel García Marquez em 2006. Ela conseguiu participar. Vou escrever tudo direitinho com maiores detalhes na resenha do livro, pois acredite, a história é fértil e muito interessante. Realmente tem uma cidade chamada Caridade no sertão cearense com uma cabeça de santo.
Breve relato do 1º Encontro Literário da Sally
Organizando a minha participação em um festival nipônico aqui na city, segui ocupada, pois é uma forma segura de desviar dos nossos desejos e sonhos. Álias, procrastinar fazendo mil coisas é uma forma segura de acreditar que "não procrastinamos". Assim segui desde o dia que lancei a data do meu 1º encontro literário aqui no blog e mandei convites para muitas pessoas. Não botei muita fé! Porém, a mensagem do whatzapp chegou dois dias antes da data marcada. Daisy, uma grande amiga, havia anotado na agenda e, sua mãe, também uma grande amiga, participaria. Incrível como no impulso da urgência eu não fico no limbo da dúvida. Decidi de forma rápida: farei!
Mas deixa eu explicar essa decisão impulsiva que foi mais rápida que a indecisão desde o dia que lancei a data: eu faria o meu primeiro encontro com pessoas confiáveis, amáveis e que não pesava em mim a dúvida do amor que sentem por mim. Nunca gostei de multidão, mas estar entre pessoas que fingem apreço a mim, me deixa muito mal. Convidei de última hora uma amiga leitora que aceitou sem pensar duas vezes. Confesso que li apenas os dois primeiros capítulos, pois no processo de autossabotagem, não ler seria um mecanismo útil de fuga. Mas durante o encontro, explanei sobre o tema, sobre mim e foi uma catarse tão fluída, que eu gostaria que tivesse sido filmado (ou não).
Adoeci após o encontro nipônico (meu estado de saúde atual). Eu tão ativa e elétrica me vi obrigada pelo meu corpo a parar e repousar. Passados os dias de dores, sentei e li mais dois capítulos do livro tema do encontro literário - Medo de dar certo: como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você (Natália Sousa). Me conectar novamente custou um pouco. Gosto muito do podcast e até a escuta me deixou irritada por esses dias. Tipo: "agora eu tenho tempo, estou em casa, férias merecidas da faculdade, quase recesso da vida de professora"... mas a identidade de ser tudo tão difícil faz parte do medo de dar certo.
Bom, finalizando, li o capítulo 4 - Medo de dar certo devido à ansiedade que o sucesso causa. Anotei com carinho para o próximo encontro (sim! teremos!) 30/07 situações que a autora explana e que me fez refletir muito. Só queria deixar aqui registrado uma situação que ela, Natália, leu um poema de autoria própria e ninguém deu atenção. Ela se sentiu péssima. Então ela foi em um retiro e para não jogar fora as cópias do seu poema, deixou na pousada. Foi lido por todos daquele lugar. Inclusive virou canção na voz de Marisol Mwaba e tive o prazer de assistir e ler. Ainda bem que ela não jogou fora.
Tu inteira nunca é só.
Ser do tamanho que se é sempre, mesmo que o olho nu não a alcance. Ser nu nos amores, nas certezas e nas defesas. Ser enorme em tudo que te habita e viver todas as coisas com a urgência de uma vida que é uma e é só.
Tu inteira nunca é só.
Ser terra, plantio e colheita da tua própria primavera. Ser grande. Ser imensa. Ser tudo que pode e a todo tempo ser descanso e balanço para tua criança e ser amiga dela.
Ser você e com você, ser tudo.
Ser mulher.
Tu inteira, lembre bem: nunca é só!
domingo, 11 de maio de 2025
Cinebiografia "O Número 24" (Netflix)
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| Imagem Netflix |
No entendimento da Política de Neutralidade, um país soberano neutro não poderia ser invadido pelos países envolvidos. A Noruega (desde a sua independência em 1905) era um país neutro na Segunda Guerra Mundial e mesmo assim foi invadido pela Alemanha em abril e junho de 1940. Os interesses para o Terceiro Reich era o transporte dos minérios de ferro exportados pela Suécia e Hitler também queria o controle marítimo contra os Aliados. É possível perceber a importância marítima devido a sua localização geogrâfica (mapa), principalmente durante os invernos rigorosos sem possiblidade de recebimento de miníerios pelas ferrovias.
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| Imagem site Toda a Matéria |
É nesse contexto que Gunnar Sonsteby passou a agir e atuar com o condinome "Kjakan" (O Queixo) e Agente 24. Como o mestre do disfarce, ele atuou com mais de trinta identidades, falsificações de assinaturas, sabotagens, fugas e outros atos contra o avanço e permanência dos soldados alemães. Para se ter uma ideia, ele se tornou um dos homens mais procurados pela Gestapo e sua identidade só foi descoberta no final do conflito. Ele afirmava que a dificuldade de ser descoberto pelos alemães se dava por sua fisionomia comum.
No final do filme, temos uma pergunta feita por uma aluna na palestra sobre um parente que foi morto pela grupo que Gunnar fazia parte. Fica uma dúvida moral sobre qual a ética diante desse paradoxo militar. Durante a passagem de cenas do Gunnar jovem, percebemos um jovem decidido e até rígido com os amigos, talvez seja uma justificativa que responda a pergunta. Não vou aqui citar a resposta fornecida por ele, mas você vai perceber uma certa postura de que o personagem fez o que achou certo naquele momento e isso não é heroísmo é parte da resistência. Após a invasão alemã, a Noruega optou por aderir a OTAN em 1949. Gunnar faleceu em 2012 aos 94 anos e recebeu um funeral de Estado.
sábado, 10 de maio de 2025
1º ENCONTRO LITERÁRIO "MESA AO LADO - DEVANEIOS LITERÁRIOS COLETIVOS"
Me conectei com a vida de Natália como se ela por algum motivo tivesse sido parte de alguma matriz que eu também fizesse parte. Temos pequenas diferenças de profissão, localização, prioridades mas na essência me perguntei se não seríamos irmãs. Bom, nessa sociedade e com alguns itens que não tenho intenção de abordar aqui, até responderia que somos feitas da mesma receita social/estrutural. Senti e sigo sentindo Natália como uma possibilidade de coisas que eu não conto a ninguém e ela disserta com uma leveza apresentando as suas dificuldades. O seu discurso não é de meritocracia e sim de humanidade.
Eu cheguei a ouvir o episódio que ela falou do lançamento do seu livro. Até fiquei sabendo de um livro anterior e que está esgotado e sei que me autosabotei a ponto de não comprar o livro na época que ouvi o podcast. Citei o livro mês passado para uma amiga que me contou hoje que, quando eu sugeri, comprou no dia seguinte. MANO! Falei com tanto entusiasmo e nem ao menos comprei (sim, eu me autosabotei, ainda faço isso). Pois bem! Ontem escutei o episódio S07EP268 do dia 12 de março (eu não sigo uma sequência) e após isso que decidi comprar mesmo com condições financeiras desfavoráveis (mentira da autossabotagem, já fiz loucura por livros). Comprei a versão Kindle que não sou muito fã pela dificuldade de fazer histórico na estante SKOOB.
Bom, esse é o relato da escolha do livro para o meu primeiro encontro de devaneios literários em grupo. Devaneios porque pode fazer sentido ou não. Vai saber! Talvez após lê-la, eu me sinta mais parte da mesa de bar da Natália. Mas, por ora, eu quero ficar na mesa ao lado escutando a conversa, tomando uma água com gás e limão, esperando que ela me note (carência literária). Talvez pela lindeza da autora, isso não faz sentido, mas faz parte das curas que ainda preciso e quem me conectam ao tema. Por isso essa conexão maravilhosa.
Nosso encontro será no dia 25 de junho 20h-22h (Brasília) via meet ou zoom, ainda vou decidir. A intenção é que seja sempre na terceira quarta-feira do mês, mas sigo já colocando excecão no primeiro encontro, pois a regra é que não seja imutável ou engessado. Não é obrigatória a leitura para a participação, nem sempre conseguimos comprar e/ou os tempos são de acelerada exaustão produtiva. Mas deixo aqui com todo o carinho e sinceridade do mundo esse convite do grupo MESA AO LADO - DEVANEIOS LITERÁRIOS COLETIVOS.
O grupo não tem o propósito intelectual modelo regra ABNT e nem de substituição de terapia. Jamais! A regra será o respeito da opinião alheia, desde que não seja apologias surreais de preconceito ao próximo. Não será gravado e no final do encontro haverá a sugestão do próximo livro. Eu sou leitora desde o século passado (hihihi), mas eu não sou curadora, mediadora, especialista. Mas segui essa vybe aqui já da leitura que comecei hoje:
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| A vida se reorganiza no movimento |
Caso deseje participar e não me conhece, tem uma caixa de mensagem no final da página (versão PC) que você pode entrar em contato comigo (sallyinacio@yahoo.com.br). Me envie seu nome, whatzapp com DDD e email. Vou te relembrar perto da data no formato que for melhor pra você (por exemplo, odeio whatzapp e ainda amoooo email). Não tenho intenção de vender nada, não sou patrocinada por ninguém e minha intenção é apenas troca de devaneios literários. Você vem? Você segura na minha mão nesse primeiro passo?
terça-feira, 6 de maio de 2025
Dia da Matemática e a cura pela Literatura
Art. 1º Fica instituído o Dia Nacional da Matemática, a ser comemorado anualmente em todo o território nacional no dia 6 de maio, data de nascimento do matemático, educador e escritor MALBA TAHAN. Art. 2º O Poder Executivo incentivará a promoção de atividades educativas e culturais alusivas à referida data.





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